Alianças nacionais e insinuações ligadas ao Banco Master marcam debate com candidatos ao Senado pela Bahia

Candidatos ao Senado no debate promovido pela TV Bahia Marcos Casé/g1 O debate entre candidatos ao cargo de senador pela Bahia foi marcado por troca de insinua...

Alianças nacionais e insinuações ligadas ao Banco Master marcam debate com candidatos ao Senado pela Bahia
Alianças nacionais e insinuações ligadas ao Banco Master marcam debate com candidatos ao Senado pela Bahia (Foto: Reprodução)

Candidatos ao Senado no debate promovido pela TV Bahia Marcos Casé/g1 O debate entre candidatos ao cargo de senador pela Bahia foi marcado por troca de insinuações relacioandas às recentes polêmicas com o Banco Master e a alianças nacionais. A discussão ocorreu durante o debate promovido pela TV Bahia, com transmissão ao vivo na emissora e no g1, na noite desta sexta-feira (25). Participaram os candidatos João Roma (PL), Marcelo Carvalho (Rede) e Professora Delliana (PSOL). Os candidatos Jaques Wagner (PT), Rui Costa (PT) e Angelo Coronel (Republicanos) foram convidados, mas não compareceram. O debate contou com quatro blocos, sendo três de perguntas e o último dedicado às considerações finais de cada candidato. Na primeira e na terceira rodada de perguntas, os temas foram livres, com os candidatos fazendo perguntas entre si. Já na segunda rodada, os temas foram pré-determinados, considerando opções sorteadas ao vivo. Bloco 1 No primeiro bloco, foram discutidos temas em torno das recentes polêmicas envolvendo supostas relações entre candidatos ao Senado e o Banco Master. Por ordem de sorteio, o candidato João Roma (PL) perguntou à candidata Professora Delliana (PSOL) sobre a ausência de Jaques Wagner (PT) e Rui Costa (PT) ao debate. Ela não respondeu à questão diretamente e ressaltou a própria trajetória como a única mulher concorrendo ao cargo de senadora. Em seguida, o candidato Marcelo Santana (Rede) questionou João Roma sobre a ligação do sócio dele, Alfredo Pacheco, com as atuais polêmicas do Banco Master, apontando que ele teria adquirido mais de R$ 19 milhões com a entidade financeira. Em resposta, João Roma afirmou que possui uma empresa agrícola com Pacheco, mas que nunca recebeu nenhuma quantia do banco, sequer empréstimo. Além disso, rebateu afirmando que Jaques Wagner foi citado em investigações relacionados à instituição financeira. Ainda neste bloco, a professora Delliana questionou o candidato Marcelo Carvalho, conforme determinado por sorteio, sobre a relação de João Roma com o ex-presidente do Brasil, Jair Bolsonaro. Em resposta, Carvalho relembrou polêmicas do governo do ex-presidente — como a quantidade de mortes registradas durante a pandemia de Covid-19 e o reforço a discursos antivacina — destacando o alinhamento de Roma com Bolsonaro. Bloco 2 No segundo bloco do debate, foram realizadas questões sobre o fim da escala 6x1, fim da reeleição do executivo e a crise no Sistema Tribunal Federal (STF). A professora Delliana perguntou a João Roma como ele se posiciona sobre o tema, destacando a relação do político com Flávio Bolsonaro, que é contra a mudança na escala de trabalho. Em resposta, Roma afirmou que é a favor do fim da escala 6x1 e que é preciso fortalecer a criação de empregos no estado. Na sequência, o tema sorteado foi o fim da reeleição no executivo, e a pergunta foi realizada pelo candidato João Roma para Marcelo Carvalho. O candidato do PL questionou o oponente sobre as promessas feitas por Jaques Wagner e Rui Costa para melhorar a Bahia, enfatizando que o PT está há 20 anos à frente da Bahia. Em resposta, Carvalho contornou a pergunta, apontando que Angelo Coronel (Republicanos), que concorre à reeleição como senador na mesma coligação que Roma, também possui histórico familiar na política. O último tema sorteado no bloco foi a crise no STF e, desta vez, a pergunta foi feita pelo candidato Marcelo Carvalho à Professora Delliana. Ele perguntou à colega de coligação a opinião dela sobre as recentes polêmicas no STF e como combater a corrupção. Em resposta, Delliana afirmou que os atuais membros do STF não representam a população e que é papel do senador fiscalizar este tipo de situação. Considerações finais *Essa reportagem está em atualização Veja mais notícias do estado no g1 Bahia. Assista aos vídeos do g1 e TV Bahia 💻